<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009</id><updated>2011-06-08T03:23:45.574-03:00</updated><category term='alistamento'/><category term='invisíveis'/><category term='início'/><category term='pierre bourdieu'/><category term='primeiro'/><category term='dalí'/><category term='começo'/><category term='exército'/><category term='cidades'/><category term='olavo de carvalho'/><title type='text'>A Cidade Invisível</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcelo Fontoura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12220866028090117550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-4670340154674248113</id><published>2007-10-22T18:23:00.000-02:00</published><updated>2007-10-29T19:13:02.119-02:00</updated><title type='text'>Mais um pouquinho de Tropa de Elite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estes dias, no "Marília Gabriela Entrevista" estavam o cineasta José Padilha e o ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel (o primeiro foi o diretor do filme e o segundo o co-roteirista). Lá pelas tantas, o José Padilha falou que, antes de o filme entrar em cartaz, ele o mostrou a alguns amigos para arrecadar algumas opiniões abalizadas. Pois bem, o comentário unânime foi que o filme era claramente contra o BOPE, pelas questões da tortura e da violência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas salas de cinema brasileiras, no entanto, as cenas de violência e tortura contra os traficantes são ovacionadas (ouvi isso de mais de uma pessoa). Capitão Nascimento vira um herói. Os mais afetados pelo tráfico e pela insegurança, como a classe média carioca, por exemplo, vêem os métodos extremamente violentos do BOPE como formas de vingança não apenas válidas, mas devidas. Pensam isso, certamente, porque vivenciam os riscos todo dia. Penso que uma sociedade em que seja certo linchar e torturar pessoas porque elas não têm outra opção de vida que não traficar não pode estar certa, mas alguém me interromperia falando que eu digo isso porque não estou lá, não sinto o medo e a violência na pele (não como lá, pelo menos). Bom, Maquiavel fala que um pintor deve ficar na planície para melhor retratar a montanha, e vice-versa (simplificando bastante), e isso se encaixa bem neste caso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para os que enxergam a atuação do BOPE como um exemplo, que traficante tem mais é que morrer com saco na cabeça, eu recomendo a leitura de "O Abusado" do Caco Barcellos. Não vou comentar nada sobre o livro, mas fica aqui o registro. Aproveitem que a Feira do Livro está aí.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o pior mesmo é que com tantas coisas para serem analisadas e pensadas no filme, as pessoas preferem comparar o Capitão Nascimento com Chuck Norris, utilizar seus bordões à exaustão e ler e reler os "Capitão Nascimento facts", que são iguais à todos os outros "_______ facts", com poucas diferenças.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para quem se encaixa nessa última categoria, faça um esforço e tente tirar algo mais proveitoso do filme.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-4670340154674248113?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/4670340154674248113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=4670340154674248113' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/4670340154674248113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/4670340154674248113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/10/tortura-de-elite.html' title='Mais um pouquinho de Tropa de Elite'/><author><name>Marcelo Fontoura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12220866028090117550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-8728640561127826588</id><published>2007-10-21T20:28:00.000-02:00</published><updated>2007-10-21T21:27:29.096-02:00</updated><title type='text'>As lágrimas de Piaf</title><content type='html'>Contar a vida de Edith Piaf não é fácil. Dona de uma das vozes mais &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvZwJA7hjI/AAAAAAAAACU/J1tzh2j3vV0/s1600-h/baby.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123928422140839474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 100px; CURSOR: hand; HEIGHT: 190px" height="216" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvZwJA7hjI/AAAAAAAAACU/J1tzh2j3vV0/s400/baby.jpg" width="110" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;bonitas da história da música, foi uma mulher que não agüentou as tragédias que o destino lhe impôs. Abandonada ainda quando criança pela mãe, viveu sua infância no bordel de sua avó paterna. Seu pai, &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvZIJA7hiI/AAAAAAAAACM/RPg7WC2bqrw/s1600-h/pi.jpg"&gt;&lt;/a&gt;contorcionista, era também soldado e raramen&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvYkZA7hhI/AAAAAAAAACE/2nwus1xtBnE/s1600-h/pi.jpg"&gt;&lt;/a&gt;te conseguia visitar a filha. Aquele ambiente promíscuo marcou para sempre o seu caráter e personalidade. Aos sete anos perde a visão por um curto período devido a uma inflamação na córnea. No ano de 1929 o pai regressa da Guerra e começa a fazer apresentações nas ruas francesas. Junto com ele, Piaf começa a cantar. Na adolescência esmola com a voz sua comida e esbanja talento que não demora a ser percebido. Louis Leplée, dono do cabaré &lt;em&gt;Le Gerny's&lt;/em&gt;, convida-a para se apresentar. A partir de então, sua carreira decola. A vida artística leva-a ao consumo abundante de drogas e álcool. Já no plano pessoal, se apaixona por um pai de família e passa a vivenciar histórias dramáticas que irão marca-la profundamente. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Agora imagine tudo isso representado em filme. Misturar várias etapas da vida de um ser humano e retratar cada capítulo com uma profundidade psicológica imensa. Difícil? Pois é, foi o que o diretor Oliver Dahan tentou fazer em “La Môme” (traduzido para Piaf – Um Hino ao Amor). E não é que deu certo? O filme, que estreou no Brasil dia 12 de outubro, é no mínimo, brilhante. É de se notar que grande parte dessa qualidade é devido à atriz Marion Cotillard que encarna a personagem de maneira tão real que parece que é a própia Piaf encenando.&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123932236071798354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 151px; TEXT-ALIGN: center" height="124" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvdOJA7hlI/AAAAAAAAACk/Ndr3tYsnURU/s400/le.jpg" width="126" border="0" /&gt; Passagens emocionantes, como quando a ainda menina Piaf (Pauline Burlet) canta a Marselhesa, são, literalmente, de arrepiar o pêlo. As músicas de sua carreira não foram dubladas, o que garante à platéia a originalidade da voz que encantou o mundo. O que deixa a desejar é somente quando La Môme canta “La Vie en Rose” em uma versão inglesa, o que quebra um pouco da magia da música em francês. Tirando isso, a trilha sonora é excelente. - &lt;em&gt;Detalhe para o final emocionante com “Non, Je ne Regrette Rien” –&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvfW5A7hoI/AAAAAAAAAC8/op-zcLNhaq4/s1600-h/filme.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123934585418909314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvfW5A7hoI/AAAAAAAAAC8/op-zcLNhaq4/s400/filme.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Marion Cotillard captura toda a complexidade dos sentimentos e expressa-os &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Rxvdl5A7hmI/AAAAAAAAACs/QhtbUiQAPEk/s1600-h/filme.jpg"&gt;&lt;/a&gt;de maneira fantástica. É uma atriz que consegue representar a felicidade e a desgraça em um mesmo quadro. O papel de Edith Piaf não poderia ser mais apropriado para ela. Com sessões de maquiagem de até 5 horas, a semelhança com a cantora francesa ficou impressionante. Enfim, uma atriz excepcional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em Piaf – Um Hino ao Amor, vemos uma personagem bem consolidada, que possui firmeza e que não se arrepende de seus atos. Uma mulher bem decidida, mas que não resiste às drogas. Alguém que via no amor a ausência, que preferia a escuridão à claridade, que envelhece prematuramente e que com 47 anos morre decrépita e no anonimato. Uma cantora que encantou gerações e que usava a voz para retratar sua vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5123933752195253874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="158" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvemZA7hnI/AAAAAAAAAC0/prNrFAybzV4/s400/nv.jpg" width="123" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Thiago Couto&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-8728640561127826588?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/8728640561127826588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=8728640561127826588' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/8728640561127826588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/8728640561127826588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/10/as-lgrimas-de-piaf.html' title='As lágrimas de Piaf'/><author><name>Jornalistas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01066997013177841580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/RxvZwJA7hjI/AAAAAAAAACU/J1tzh2j3vV0/s72-c/baby.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-1833215007935218771</id><published>2007-10-18T20:11:00.000-02:00</published><updated>2007-10-18T22:32:23.243-02:00</updated><title type='text'>TROPA DE ELITE</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;   Saio hoje do cinema, após ver “Tropa de Elite”, e percebo que era justamente isso o que eu estava esperando para escrever aqui no blog. De alguma forma o filme me tocou, ao revelar-me uma nova realidade, que veio de encontro a minha.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dentre tudo o que é mostrado no filme, não sei dizer ao certo o que mais me chocou. Não sei se foi o número e freqüência com que as cenas de violência se repetiam na tela, se foi a quantidade de sangue e as torturas expostas ou, ainda e talvez o mais importante, se foi a minha identificação com a classe média burguesa totalmente alienada e com uma pobre visão de mundo, retratada no filme.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O fato é que só tomamos conhecimento da situação das favelas quando algo nos é exposto através de filmes ou noticiários. É bom deixar claro que não quero que nenhum de nós vá para o Rio de Janeiro conhecer de perto as favelas, mas bem poderíamos compreender que muitos de nossos atos contribuem para a depredação da condição social que lá vigora. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Quantas crianças ainda vão morrer na favela para que os playboys enrolem o seu baseado?” ou quantas manifestações e protestos contra a violência nas ruas e a favor de melhores condições de vida nós ainda faremos, se possuímos essa falsa moralidade e noção de que o que ocorre na favela acarreta problemas apenas para quem vive lá? Há muito tempo já sabemos que não é questão de escolha, e sim a falta dela, que faz com que moradores da favela entrem no mundo do tráfico e do crime. Não podemos generalizar, é claro, pois há histórias daqueles que nasceram na favela e nem por isso tornaram-se marginais. Porém, esses constituem exceção. &lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: arial;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Ao ver a forma como a polícia age nas favelas também me questionei se não haveria uma outra, que fosse menos agressiva. “A polícia atira e depois vê quem é”, relata um dos moradores. Entretanto, não podemos esquecer que os policiais também são seres humanos, logo, têm medo de perder suas vidas no “campo de batalha”. Refiro-me a um campo de batalha, pois é assim que o filme retrata a “guerra” entre policiais e traficantes. Lá não há negociação, sabe-se como se entra, mas nunca como se sai. O treinamento também parece algo parecido com o de soldados que vão lutar em alguma guerra mundial. É possível que, daqui para frente, nossas guerras não sejam mais contra outros países, mas contra nós mesmos.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Notável é observar o papel desses policiais, que desconhecemos por completo e que lutam por nossa segurança, quando não se corrompem, infelizmente. Vale lembrar que o filme retrata o ano de 1997, e se já havia corrupção nessa época, o que dirá agora, que nossas instituições decaem cada vez mais. Poucos são aqueles a lutar, de fato, contra o sistema, pois ele se mostra bem articulado e de difícil rompimento.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Poucos, ou até mesmo nenhum, conseguem sair do BOPE sem ter se tornado um pouco marginal. O caso do Comandante Nascimento exemplifica isso muito bem: ele quer deixar o BOPE, pois se sente cansado de viver como policial e percebe que sua vida agora torna-se mais importante, já que sua mulher está esperando um filho. Suas perturbações são visíveis, e a de seus companheiros também. Predomina a idéia de se fazer justiça com as próprias mãos. É como se eles passassem por uma transformação e acabassem por se tornar “máquinas de guerra”.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lamentável é perceber que, como em qualquer outra guerra, o que sobra é apenas a morte, de ambos os lados. Policiais perdem suas vidas, traficantes perdem suas vidas, e homens e mulheres inocentes, por estarem ali sabe-se lá por que, também perdem suas vidas. Pensar que poderíamos ser nós aquelas pessoas é assustador. Às vezes acho que nos diferenciamos delas apenas por uma mínima condição que é o fato de elas terem nascido nas favelas e nós não. A partir daí nossas vidas tomaram rumos diferentes, mas não tardará para que nossas realidades voltem a se encontrar fora das salas de cinema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Até o próximo post, abraços&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="times new roman" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mariana Bartz&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-1833215007935218771?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/1833215007935218771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=1833215007935218771' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/1833215007935218771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/1833215007935218771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/10/tropa-de-elite.html' title='TROPA DE ELITE'/><author><name>Mariana Bartz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05233250353855912907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-2755355579241732150</id><published>2007-10-15T18:25:00.000-02:00</published><updated>2007-10-15T18:45:34.979-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Em relação à postagem "Eliana diz que não quer namorar ninguém!":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo o livro "A alma do homem sob o socialismo", de Oscar Wilde, percebi um trecho muito bom que se encaixa perfeitamente no tema discutido na postagem referida. No livro, Wilde se refere a maneira do público encarar a Arte de tal modo que se pode aplicar o mesmo discurso no crescente interesse por novelas e seriados banais que ocorre atualmente. Eis o trecho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A culpa não é verdadeiramente do público. Este nunca recebeu, em época alguma, uma boa formação. Está constantemente pedindo à Arte que seja popular, que agrade sua falta de gosto, que adule sua vaidade absurda, que lhe diga o que já lhe disseram, que lhe mostre o que já deve estar farto de ver, que o entretenha quando se sentir pesado após ter comido em demasia, e que lhe distraia os pensamentos quando estiver cansado de sua própria estupidez. A Arte nunca deveria aspirar à popularidade, mas o público deve aspirar a se tornar artístico."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modo como o discurso, escrito há mais de um século, retrata a situação atual é impressionante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-2755355579241732150?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/2755355579241732150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=2755355579241732150' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/2755355579241732150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/2755355579241732150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/10/em-relao-postagem-eliana-diz-que-no.html' title=''/><author><name>Guilherme Dal Sasso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01299010319529025381</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-8998994941619583162</id><published>2007-09-24T20:36:00.000-03:00</published><updated>2007-09-24T21:12:28.299-03:00</updated><title type='text'>Nova Componente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Temos uma nova contribuinte para o Cidade Invisível!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nossa colega de turma Mariana Bartz se ajunta ao grupo para tocar o blog. Isso já estava há algum tempo para acontecer, mas acabou (acabei) demorando e agora foi concretizado. Como podem ver, ela ainda não postou nada, mas aguardem. Ótimas contribuições estão por vir!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dois toques:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Meu próximo texto aqui vai ser sobre os contra-cotas da UFRGS. Só estou tentando me acalmar para conseguir escrever, depois de ter lido muita merda que esse pessoal escreveu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Dei uma olhada no título do rascunho do próximo texto do Guilherme, e a expectativa é grande! O tema é muito bom. Estou fazendo esta chamada sem consultá-lo, mas espero que ele não se importe. Aguardem!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos que tiverem oportunidade, olhem para a lua essa noite, se possível agora. Nunca a vi tão bonita. Pensei em fazer um exercício de descritivismo sobre ela, mas não rolou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-8998994941619583162?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/8998994941619583162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=8998994941619583162' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/8998994941619583162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/8998994941619583162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/09/nova-componente.html' title='Nova Componente'/><author><name>Marcelo Fontoura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12220866028090117550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-3359489899985209135</id><published>2007-09-23T16:40:00.000-03:00</published><updated>2007-10-07T00:57:44.600-03:00</updated><title type='text'>Post Rápido</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava eu no no show do Aussie Pink Floyd terça, olhando aquele magnífico teatro do Bourbon Country (primeira vez que fui), quando pensei que talvez ele fosse um prenúncio do que aconteceu com os cinemas em Porto Alegre (não só aqui, em muitos outros lugares também, mas aqui é a maior referência). Estou falando do êxodo dos cinemas de calçada da cidade para os shoppings, onde, convenhamos, o romantismo é bem menor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O lugar é muito bom, de alto bom gosto, espaçoso, acústica muito boa, essas coisas. Mas e se daqui a uns 30 anos não tivermos mais casas para shows na rua (ou de calçada, imitando a nomenclatura dos cinemas), somente dentro de shopping centers? Não quero ser alarmista nem nada. Também não acho que devamos fazer boicote ao Teatro do Bourbon. Se isso tiver que acontecer, vai acontecer. O exemplo em questão é apenas o primeiro caso. Pelo menos, o lugar é ótimo.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Rapidamente:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Melhor com ou sem o pacote da tia Yeda? Realmente não sei, mas o tal "novo jeito de governar" já foi pro saco.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Comentários de dois contra-cotas em uma enquete da comunidade "contra as cotas da UFRGS":&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8780876776223677395"&gt;Arielli&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"COM CERTEZA AS COTAS VÃO AUMENTAR A DISCRIMINAÇÃO!Eu vo fika com um baita ódio de algum negro q tira a minha vaga! aauhuahh " (detalhe: esse racismo ainda não existe, ele está só esperando as cotas aparecerem)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=8585583855467060888"&gt;&amp;shy;RICARDO DONELLI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;"agente devia organizar alguma coisa, contra essa palhaçada! " (acho que ninguém avisou pra ele que no dia da votação ocorreram manifestações dos dois lados na reitoria. Ele podia ter ido lá expôr o ponto de vista, mas é mais legal ficar dormindo, pra reclamar depois)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-3359489899985209135?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/3359489899985209135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=3359489899985209135' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/3359489899985209135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/3359489899985209135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/09/estava-eu-no-no-show-do-aussie-pink.html' title='Post Rápido'/><author><name>Marcelo Fontoura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12220866028090117550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-1969352373413877214</id><published>2007-09-16T11:43:00.000-03:00</published><updated>2007-09-16T17:36:02.801-03:00</updated><title type='text'>Drops</title><content type='html'>Músicas que têm belas letras e combinam a sonoridade suave da melodia com a genialidade das palavras; baladas românticas com uma pitada de folk e pop contendo características do bom e velho rock and roll; isso é o que basicamente define o soft rock. Na década de 70, esse estilo musical fez com que despontasse artistas até hoje conhecidos por terem feito sucesso com músicas excepcionais. Como exemplos, temos "Tiny Dancer" do então sir Elton John, "If you leave me now" da Chicago e a famosa "You got a friend" de James Taylor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1jshQcwiI/AAAAAAAAABM/8iZHqgGyHSg/s1600-h/imagesk.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110850768628138530" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 123px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" height="133" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1jshQcwiI/AAAAAAAAABM/8iZHqgGyHSg/s320/imagesk.jpg" width="111" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O soft rock surgiu como uma reação ao então progresso do heavy metal, que abusava da distorção, da amplificação e de pedais de efeito. Para os românticos do soft, bastava um violão, por vezes um piano, um baixo e o acompanhamento suave da bateria para se fazer uma música de alta qualidade e que passasse uma grande carga de emoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1977 o soft rock se tornou tão popular que algumas band&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1kgRQcwjI/AAAAAAAAABU/047M2WmHOlc/s1600-h/imagess.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110851657686368818" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1kgRQcwjI/AAAAAAAAABU/047M2WmHOlc/s320/imagess.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;as com estilos musicais diferentes mudaram sua ideologia e entraram na moda. Caso é o do Led Zeppelin, que entoa paixão na música "All My Love", e de Peter Frampton, roqueiro de primeira e também autor de "Show me the way", que abusou da melodia na bela "Baby i love your way". &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não é por acaso que as baladinhas de 70/80 ainda são lembradas hoje. A diversidade musical, devido à efervescência cultural da época, fez com que se fragmentasse o poder de bandas superstars. Muitos artistas novos surgiram em uma velocidade surpreendente, mostrando muito coisa boa e inovadora. As seleções foram feitas e o que resultou é a melhor demonstração de qualidade sonora das últimas décadas. Música boa não morre, por isso as baladas de 30 anos atrás ainda são ouvidas hoje, mesmo que seja no elevador ou na sala de espera do dentista. Para quem é fã desse estilo, como eu, nada melhor que escutar um elepê de James Taylor enquanto escreve uma matéria como essa, aliás, falando nisso, me dêem licença que eu vou virar o disco. Abraço para todos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110867677914382946" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1zExQcwmI/AAAAAAAAABs/RQuQF0i4rbA/s320/peter.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1zuBQcwoI/AAAAAAAAAB8/Qz_4AcgN-5o/s1600-h/imagesa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110868386583986818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1zuBQcwoI/AAAAAAAAAB8/Qz_4AcgN-5o/s320/imagesa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110867969972159090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1zVxQcwnI/AAAAAAAAAB0/Kzny4VQMQX0/s320/imagesss.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago Couto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-1969352373413877214?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/1969352373413877214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=1969352373413877214' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/1969352373413877214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/1969352373413877214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/09/drops.html' title='Drops'/><author><name>Jornalistas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01066997013177841580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Ru1jshQcwiI/AAAAAAAAABM/8iZHqgGyHSg/s72-c/imagesk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-8334455561979758606</id><published>2007-09-12T14:34:00.000-03:00</published><updated>2007-09-12T15:07:22.207-03:00</updated><title type='text'>Eliana diz que não quer namorar ninguém!</title><content type='html'>&lt;p&gt;Hoje, entrei no Terra para ver se tinha notícias sobre o julgamento de Renan Calheiros, e me deparei com centenas de links, todos contendo novas informações sobre assuntos diversos. Um desses links me chamou mais a atenção do que os outros (talvez por estar em letras garrafais vermelhas): &lt;a href="http://www.terra.com.br/istoegente" rel="41"&gt;IstoÉ Gente: "não quero namorar ninguém", diz Eliana&lt;/a&gt;. Mas não achei nada do Renan Calheiros.  Isso pode parecer um problema especial do Terra, mas não é. É um problema de toda mídia, de todo o povo, e esse tipo de enfoque se dá em quase todos os meios de comunicação em massa no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um grande problema, pois a banalidade é cada vez mais a atração principal, e o público gosta. Quantas pessoas possuem TV por assinatura e acompanham "The OC", mas não vêem nenhum noticiário? Quantas pessoas sabem a história inteira de "Friends", mas não sabem nada da história do mensalão?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A internet tornou mais fácil o acesso à informação, mas o que as pessoas tem proucurado é se informar a respeito de coisas como o próximo BBB. Como jornalismo é negócio, as empresas jornalísticas oferecem cada vez mais notícias sobre o próximo BBB, e isso resulta num ciclo vicioso difícil de quebrar. Passa-se a exigir cada vez mais notícias por dia de um jornalista, e o conteúdo fica em segundo plano, tudo para crescer o bolo de informação, o leque de opções e conquistar mais leitores. Mas o verdadeiro resultado é a desinformação, a busca pelo fácil de ler e entender, o banal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De quem é a culpa desse processo de alienação? Do povo, que não sabe exigir? Dos veículos, que não sabem oferecer temas importantes? Não sei bem, só sei que fico triste por assistir esse processo sem poder fazer nada. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-8334455561979758606?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/8334455561979758606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=8334455561979758606' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/8334455561979758606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/8334455561979758606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/09/eliana-diz-que-no-quer-namorar-ningum.html' title='Eliana diz que não quer namorar ninguém!'/><author><name>Guilherme Dal Sasso</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01299010319529025381</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-7705567860112109494</id><published>2007-09-05T19:57:00.000-03:00</published><updated>2007-09-09T22:09:45.981-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='exército'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='alistamento'/><title type='text'>Alistamento</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Dia 4, terça-feira última, às 7 horas e 20 minutos da manhã eu estava na rua coronel Bento Martins, esquina com a Siqueira Campos, pra cumprir mais uma etapa do martírio a que são sujeitos todos os homens brasileiros no ano em que completam 18 anos. Sim, o alistamento militar obrigatório. Uma linda demonstração de patriotismo (a solução para o Brasil, segundo alguns), sendo que esta etapa que descrevo, o juramento à bandeira, é a mais simbólica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Não satisfeitos em te fazer perder compromissos e se deslocar até o centro antes das 8 da manhã, os militares ainda acham necessário dar uma dose extra-forte de chá-de-banco sem ao menos te dar o banco. Chego lá às 7:25 (era para ser às 8, mas cheguei antes para me livrar antes - ledo engano). Às 8 subimos para um ginásio e esperamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Tivemos de esperar sentados no chão até as 9, quando eles trouxeram os aparelhos de som e instrumentos (sim, porque eles não podem já deixar tudo separado de antemão, assim como não podem tocar as marchas no som, tem que ser tudo ao vivo). Aí eles nos posicionam de forma a satisfazer mais uma maldita mania de militar que é a ordem extrema. Não satisfeitos somente com filas, eles têm que te fazer calcular a distância lateral e frontal entre ti e o cara da frente e o do lado, então contam o número ideal de tábuas entre as filas e depois organizam as filas cabeça à cabeça e os excedentes são posicionados em outras filas. Mais uns 30 minutos nisso. O detalhismo constante é extremamente irritante. É impressionante perceber como eles simplesmente pensam que ninguém tem mais nenhum compromisso, trabalho, colégio, faculdade, nada. Todo mundo tem a manhã toda disponível. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A coisa que mais me ofende é a incapacidade de perceber que os jovens que estão se alistando são civis, e a maioria não quer deixar de ser. Todos são tratados como recrutas, recebem comandos como se fossem recrutas, e isso é um desrespeito horrível. Isso se percebe tanto em pequenas (por exemplo, chamar os jovens de "agrupamento") como em grandes demonstrações (por exemplo, nos ensinar posições de "descansar" e "sentido"), assim como não se faz presente só nessa etapa, no exame médico é a mesma coisa, embora deva ficar claro que, como em qualquer lugar, existem profissionais e profissionais. Alguns militares me trataram de forma muito boa e respeitosa. O problema é o processo como um todo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Depois de uns 20 minutos de ensaios das posições de sentido e descansar e do juramento em si (primeiro tu faz todo o juramento ensaiando, é bom aproveitar pra ver o que tu tá sendo obrigado a jurar), vem o definitivo. Um parênteses: é interessante de notar que o exército se mostra um pouco misógino, na medida em que só homens são obrigados a fazer juramento e a servir. Mulheres não devem ser patriotas? Mas esse é dos males o menor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Uma das coisas que tu juras é que vais defender com a própria a vida a tua pátria, se necessário. Que coisa linda isso. Morrer matando pessoas que nem sabem porque estão lutando, que são pessoas iguais a ti, mas nasceram em outro lugar. É disso que nós precisamos mesmo, patriotismo. Não sei por que a violência anda tão alta no Brasil, afinal todos os jovens juram à bandeira. Não deve ser a má distribuição de renda e anos de políticas direcionadas às elites, não não. Isso é papo de anarquista. O que falta é amor à pátria. Como querem que exista paz entre as nações se nas bases de tudo já te é ensinado que a tua pátria é melhor que as outras, e que tu deves matar e morrer em favor dela, e danem-se as outras pessoas e pensamentos em contrário? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Se querem mesmo defender o Brasil, poderiam fazer alistamento voluntário, ganhar o tempo que hoje é perdido com toda essa incomodação e fazer algo de útil. Na maior parte do tempo, porém, eles preferem perpetuar a amada burocracia militar e dar ordens a torto e a direito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Tem gente que acredita que se o mendigo amar sua pátria, talvez consiga algo para comer. Que o amor à bandeira pode fazer o tráfico parar. Que se a criança que trabalha 14 horas por dia cortando cana souber o hino nacional de cor, talvez consiga um futuro melhor. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;No dia em que soubermos romper as fronteiras do nacionalismo e ufanismo infantis (não devem ser confundidos com cultura e tradições nacionais e locais), também romperemos fronteiras de solidariedade e amor ao próximo, e veremos que somos todos, afinal, humanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-7705567860112109494?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/7705567860112109494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=7705567860112109494' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/7705567860112109494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/7705567860112109494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/09/dia-4-tera-feira-ltima-s-7-horas-e-20.html' title='Alistamento'/><author><name>Marcelo Fontoura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12220866028090117550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-8145699164765290334</id><published>2007-09-04T12:35:00.000-03:00</published><updated>2007-10-11T18:41:14.525-03:00</updated><title type='text'>O alter ego de Freud</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;São poucos os que conhecem o homem que o grande criador da Psicanálise Moderna considerava como seu outro eu. Louco, maníaco e drogado, Wilhelm Fliess foi por anos um grande amigo de Freud e acabou por ser responsável pela criação de teses como a bissexualidade, repetição de ciclos e modelo de deslocamento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ambos se encontraram, no ano de 1887, por intermédio do médico e também grande amigo de Freud, Josef Breuer, ficou claro que uma ligação de amizade unia-os. O pai da psicanálise supunha em Fliess um saber e conhecimento, e assim também pensava Wilhelm sobre Freud. Desse ano até 1904, os dois trocaram correspondências que ficaram famosas pelo caráter histórico para a área psíquica. Nelas, Sigmund conseguiu fazer uma auto-análise, começando a interpretar seus sonhos e narrando confissões que remetiam à sua infância. A partir disso, formula o Complexo de Édipo e logo em seguida, em 1900, lança sua obra-prima: “A Interpretação dos Sonhos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fliess era um alemão lunático que tinha mania pelo estudo do nariz humano. Segundo ele, os órgãos sexuais teriam as mesmas estruturas que a região nasal, e todos as doenças e problemas psíquicos eram relacionados a ela. Por um tempo, Freud, na situação transferencial em que se encontrava com o amigo através das cartas, acreditou e admirou as idéias delirantes de Fliess. Isso resultou em um famoso caso em que ele pediu para o amigo operar uma antiga paciente, Emma Eckstein, que era considerada como umas das tantas mulheres histéricas da época. Fliess fez uma cirurgia em seu nariz e acabou por quase matar a mulher quando, quinze dias depois, foi achado meio metro de gaze dentro de sua cabeça.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5106378517913006562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="147" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Rt2ANRDj8eI/AAAAAAAAABE/EZ9apZphMX4/s400/adad.jpg" width="166" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Outra de suas teorias era a de que todos os seres do planeta, inclusive plantas e animais, eram regidos por um período de ciclos, no caso da mulher isso seria representado pela menstruação, que duraria 28 dias, e nos homens esse período seria menor, de apenas 23 dias. Ainda mais: dizia que em determinado dia, quando os ciclos estavam no nadir, as probabilidades de se ter uma doença era muito maior do que nos outros. Sem comprovação, essa teoria foi por muitos aceitas e para tantos outros considerada apenas como superstição.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sua relação com seu amigo Freud acaba no ano de 1900, quando escreve: “Percebi em Freud uma animosidade pessoal contra mim que provinha da inveja(...)Afastei-me dele discretamente e abandonei a nossa correspondência regular. Desde então nada mais ele soube de mim”. Os motivos de tal afastamento também foram agravados pela briga que ambos tiveram. Fliess criou a teoria da bissexualidade e Freud inteligentemente se apropriou dela dizendo que era sua. Nas cartas que os dois trocavam ficava claro que a teoria era fliessiana, e por isso Freud queimou grande parte delas, e as que sobraram ficaram com a mulher de Fliess, Ida, que as vendeu para um colecionador. Em uma correspondência para ela, logo depois de seu marido morrer, Sigmund dizia que era para ela devolver as cartas que ambos trocaram ou que pelo menos as protegesse de qualquer utilização pública. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mesmo com a separação, Fliess continuou com sua neurose por nariz. Experimentava em si mesmo os efeitos da cocaína em determinadas regiões nasais. Aplicava manualmente agulhas com a droga para ver os resultados obtidos. Logo depois que rompeu com Freud, Fliess caiu no anonimato e foi esquecido pela página da História. Morreu vítima de overdose de em 13 de outubro de 1928.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Thiago Couto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-8145699164765290334?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/8145699164765290334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=8145699164765290334' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/8145699164765290334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/8145699164765290334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/09/o-alter-ego-de-freud.html' title='O alter ego de Freud'/><author><name>Jornalistas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01066997013177841580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RePOi8x7_cg/Rt2ANRDj8eI/AAAAAAAAABE/EZ9apZphMX4/s72-c/adad.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-926247336259080482</id><published>2007-09-01T11:50:00.000-03:00</published><updated>2007-09-03T19:56:40.919-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='olavo de carvalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pierre bourdieu'/><title type='text'>Leituras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Terminei de ler semana passada "Sobre a Televisão", do sociólogo francês Pierre Bourdieu, um best-seller na França (o livro, não o autor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Bourdieu gosta de bater na tecla de enfrentar o neoliberalismo e a ordem ideológica vigente, constantemente legitimada pela mídia em geral (muitas vezes, sem o próprio jornalista perceber seu papel nesse círculo). O livro, como diz o título, fala sobre a dominação midiática no campo televisivo jornalístico, mas também entra no meio dos jornais impressos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito bom, recomendo a todos. É bem requisitado também, na biblioteca da PUC tem 14 exemplares e eu ainda tive que reservar pra poder pegar, mas vale a pena, as análises do autor são muito boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum estudante de jornalismo devia sair do curso sem ler obras como essa, sem perceber o domínio que é exercido nos meios de comunicação. Um jornalista tem que saber o meio onde está trabalhando, o que acontece em volta. Quarta-feira passada, na aula de História do Jornalismo, o professor falou sobre a atual avalanche de informações, a "desinformação por excesso". Um processo muito complicado de ser revertido, com certeza. Ele falava sobre o papel de cada um de nós nisso, sobre a importância de não tentar mudar sozinho um movimento social, mas de pensar em seu próprio trabalho como parte de um todo, e, esse sim, tentar melhorar e mudar. É claro que ninguém prestava atenção, todo mundo guardava os materiais, decerto pensando "que merda, esse cara não pára de fala, quero ir pra casa e almoçar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos que estavam na sala, provavelmente uns 5, 6, 7 (de 40) tiveram noção da abrangência do discurso, da sua importância. Porque o que ele dizia se aplicava em muitos casos. Na dita imparcialidade do jornalismo, por exemplo. Atualmente, muitos jornalistas difundem ideologias (de forma imperceptível para muitos) mesmo sem concordar com elas (leiam "Sobre a Televisão"!). Inclusive, tem uma frase boa sobre isso num livro que estou lendo para essa mesma cadeira (do próprio professor, inclusive). Falando sobre o surgimento do jornalismo empresarial no Rio Grande do Sul (este mesmo, que perdura até hoje, dito nêutro). Lá pelas tantas, lê-se: "A nova empresa jornalística é uma agência política que apenas não expõe seu nome". Mas é melhor ir pra casa pensar, afinal, aquilo que o professor tentava dizer não parecia importante mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Às vezes as pessoas acham que a vida, a política e as coisas são complicadas demais e simplificam um pouco todo o processo. Dicotomizar é mais fácil, sabe como é, um lado é bom e outro é mal e não existe espaço para discussões. Uma linha bem Veja. Olavo de Carvalho é um desses. Não é bom dar publicidade pra esse tipo de gente, o que ele mais quer é isso, mas foda-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/textos/dutra.htm"&gt;http://www.olavodecarvalho.org/textos/dutra.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este é um texto de 2000, do tempo do governo Olívio aqui no RS. É destinado ao então governador, mas fala sobre esquerda e direita de um modo bem geral. Posto isso aqui de forma independente de questões partidárias, apenas pra dividir com as pessoas. Bem interessante, para ver como não se deve pensar em política, dividindo em "certo" e "errado", baseado em colocações infantis, desconsiderando inúmeros estudos e pensamentos de outros. E muita gente deve ler e pensar "nossa, mas que esclarecedor". Eu leio e penso: "como seria bom se fosse desse jeito". Seria tão mais fácil. Mas deixemos Olavo de Carvalho com suas fantasias. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-926247336259080482?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/926247336259080482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=926247336259080482' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/926247336259080482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/926247336259080482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/09/s-vezes-as-pessoas-acham-que-vida.html' title='Leituras'/><author><name>Marcelo Fontoura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12220866028090117550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7073993308525617009.post-6411726994343925263</id><published>2007-08-29T15:10:00.000-03:00</published><updated>2007-08-29T15:42:31.890-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='início'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='começo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='primeiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dalí'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='invisíveis'/><title type='text'>Iniciando</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;E assim começa mais um blog!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, bom, bom. Começando pelo começo. Somos três colegas do curso de jornalismo da Famecos, Marcelo Fontoura (eu), Guilherme Dal Sasso e Thiago Couto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A idéia é nos revesarmos postando textos sobre tudo e todos. A idéia surgiu de um blog de nossos colegas (&lt;a href="http://comgas.blogspot.com/"&gt;http://comgas.blogspot.com/&lt;/a&gt;), que possui a mesma dinâmica. Valeu pela idéia gurizada!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por que nós três? Falando por mim, admiro muito meus colegas de blog e seus pensamentos, e achei que seria uma oportunidade ótima para nos expormos um pouco. Nos reunimos então e os três se interessaram muito, e aqui estamos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, explicando o nome do blog. "Cidades Invisíveis" é um livro do Ítalo Calvino que retrata as viagens de Marco Polo pelos e além dos reinos de Kublai Khan. A maior parte do texto é composta de descrições de cidades, todas fantásticas. O livro brinca muito com a nossa imaginação, e nos faz pensar um pouco sobre tudo. Detalhe, todas as cidades tem nomes de mulher (mas alguns bem estranhos). Entremeando as descrições, conversas bem interessantes entre Kublai e o explorador. E como isso nos traz aqui? Ora, a sonoridade é muito boa! Mas, além disso, o título pode possuir muitos significados e aplicações. Talvez nossa cidade seja invisível, ou talvez não saibamos enxergá-la na sua plenitude, o que acontece com muitos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas tem uma frase do Salvador Dalí que se encaixa legal na situação, "só porque não sei o significado dos meus quadros quando os pinto, não significam que eles não o tenham".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, acho que essa foi uma boa introdução (sem trocadilhos). Vão acompanhando os textos e, se acharem bons (sempre tem um louco), não tenham medo de passar o blog adiante!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Me despeço, um quebra-costela pra todo mundo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ouvindo -&gt; Rush - Hope&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7073993308525617009-6411726994343925263?l=cidade-invisivel.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/feeds/6411726994343925263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7073993308525617009&amp;postID=6411726994343925263' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/6411726994343925263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7073993308525617009/posts/default/6411726994343925263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cidade-invisivel.blogspot.com/2007/08/iniciando.html' title='Iniciando'/><author><name>Marcelo Fontoura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12220866028090117550</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
